Ela, um livro que muitos sabem o nome e poucos a historia...

em 10 de julho de 2018



Ela era cheia de metas, planos e alegria. 

Ela só tinha uma certeza “tudo que eu desejar, eu consigo”. E conseguia mesmo.

Apesar de uma infância muito complicada, um pai violento, uma mãe narcisista disfarçada e irmãos que a detestavam, pois brigavam por atenção e por ter que carregar o seu peso quando seu pai partiu com outra família, nada disso roubou a sua fé.

Ela acreditava que podia fazer diferente, traçar um novo caminho e enfim ser feliz...

Ela sempre sobrou, sobrou em sorrisos, em carinho, em amigos, em inspiração. 

Ela era o imã do lado positivo e atraia pessoas boas e boas vibrações, mas, também se frustrou. 

Sofreu, chorou, mas sempre se reergueu. E recomeçou de novo... E, de novo.

Abriu mão de trabalhos muito bem remunerados, porque o que ela mais valorizou em sua vida era o a ética, os valores... Sua conduta ilibada.

Ela amou, quase casou, mas recuou, pois teria que abrir mão da pessoa que ela mais amava. Ela se dedicou, se doou, fez mais e quando achou que não podia mais, ela fez o que não era mais capaz.

Perdeu sua saúde, sua paz, sua sanidade.

Perdeu sua fé e por fim a vontade de viver, quando a pessoa que mais amava, mentiu a acusando, tirou a mascara e quando a viu doente, chutou, como o cachorro morto. Doeu na carne, mas a dor da alma, ahhhhh... Essa dor da alma, não há como descrever.

Hoje ela não sorri, não dorme, não vive, por enquanto respira.

A vida não é boa, as pessoas não são boas. O tempo que passamos aqui é um aprendizado do quanto não importa o quanto você pode ser bom, pode ter fé, pode ser decente, o universo e as pessoas que você mais ama sempre lhe darão um grande pé na bunda.

Hoje Ela não acredita mais em nada, não quer continuar nessa situação, mas, as suas convicções não permitem que ela faça o que o seu coração pede. Ela continua respirando, andando e se movendo, mas já não vive.

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