Prisioneira de mim mesma

em 17 de abril de 2017


De todas as coisas do mundo, eu só queria um vida livre... Sem as cobranças internas, sem os compromissos e cobranças impostos pela consciência, pela culpa.

Queria a liberdade, asas em forma de uma mochila...

Rodas em forma de um tênis velho.

Pisar nas convenções, seguir com olhar firme e ombros leves...

Ver o tempo passar pelos fios brancos do cabelo em um sacolejar do vento, na beira de uma praia e não a frente de um espelho oprimida por uma sociedade desonesta.

Eu preciso... Preciso de uma liberdade que eu não conheço, mas existe na minha essência.

Uma liberdade que não existe no ideal, não foi formulada, por que a liberdade é diferente para cada qual.

A minha liberdade tem respeito, tem troca, tem sorrisos... Tem limites, tem deveres... A minha liberdade respeita a sua.

Liberdade é uma força fundamental que mora dentro de nós, que alimenta nossa sanidade, nutre nossa alma e que sem ela não há a menor razão de existir...

Um ser humano sem liberdade, ainda que apresente sinais vitais, está morto.

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