Automutilação - Transferência da dor da alma para o corpo

em 16 de novembro de 2016

Bordeline ou Cutting
Oi amoras (es),
Hoje nós vamos falar de um assunto muito, mas muito sério que é a automutilação, também conhecida como cutting e alguns atribuem a pratica ao Transtorno de Bordeline.

O fato é que a pratica tem crescido muito em todo o mundo, principalmente com adolescentes. Uma busca rápida na internet e, você encontra grupos adeptos a pratica, sempre aliados a frases depressivas como: “Morri e ninguém percebeu!”

Em geral, essas pessoas fazem cortes nos pulsos, coxas, que começam com cortes quase imperceptíveis e aos poucos vão se tornando maiores e com maior frequência. Em locais que são fáceis de esconder, nos pulsos, cobertos por pulseiras, lenços e em outros locais que podem ser cobertos pelas roupas mesmo.

O principal a se saber é que não se trata de uma tentativa de suicídio, nem mesmo de chamar atenção, mas, uma forma de controlar as emoções. E ou se punir, em algum momento de culpa. Se cortar traz à tona a dor e isso funciona como uma transferência da dor. Trazendo alívio a angustia, causada por fatores internos ou externos.

A automutilação sempre está associada a outros problemas emocionais e psicológicos, como ansiedade, depressão, transtornos alimentares ou compulsivos. No momento dos cortes, o organismo libera endorfina. E se antes a adolescente procurava motivos para se cortar, ela passa a desejar a sensação boa causada por esse hormônio, independente de estar deprimida ou feliz. O vício se instala e o perigo de graves consequências só aumenta. É fundamental o auxilio de um psicólogo.

É importante que os pais prestem atenção a seus filhos, seus pulsos, se usam sempre mangas cumpridas, se só usam calças... A luta de alguns pais é altamente desgastante, pois adolescentes tem uma mente criativa absurda e ele conseguem sempre driblar os pais e achar algum objeto cortante...

Seria tão mais fácil se a gente conseguisse colocar na cabeça desses ‘serumaninhos’ que as marcas que eles fazem na pele podem até sumir, mas, as marcas que deixarão em si e em suas famílias serão para sempre!

Eu tenho falado muito de “coisas do psico”... Sim eu sei. Mas o ser humano anda tão complexo que esse tem se tornado um assunto sem fim e sinceramente me encanta, tristemente nesse caso e na maioria, mas, a mente humana é um assunto encantador, pois viaja para mares “nunca dantes imagináveis”.

Admito, nunca prestei tanta atenção no pulso das pessoas, rsrs...
Espero que as pessoas encontrem outra forma de aliviarem suas dores, culpas e medos... Até!


Fonte: psiconlinews, oficinadepsicologia e blogcristianecardoso

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