Ela

em 22 de outubro de 2016



Ela era sorridente, sim era...
Cheia de sonhos, sim, sonhava...
Nos olhos esperança, muita fé.

Ela era menina,
Era doce,
Meiga e sensível...

Ela amava, amou...
Ela acreditava... Vezes dois.
Ela tinha covinhas, verdadeiras de doçura...

Mantinha os braços abertos, mas, cansou...
Segurou o choro, mas desmoronou...
Tentou ser forte, se entregou...

Ela...
Encara o mundo... Realista.

Braços cruzados...
Semblante sem dor, sem emoção, sem calor...
Sem preocupação, animação... Desapegou.

Aprendendo todo dia...
Menos dor, carrega aquele que não se mostrou...
Não "sinestesiou"...
E, sem vergonha desconfiou e a janela fechou.

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