Orgãos do sentido de maneira invertida

em 5 de setembro de 2016




#Sinestesia

Eu já consenti, quando não concordava pra não fazer sofrer;
Eu já calei pra não entrar em conflito
Eu calaria agora em outros tempos...

Eu já pensei mais nos outros, ou só neles
Mas eu aprendi que eu também sou importante;
E quando acho que devo me deixo levar...

Hoje eu às vezes me faço de desentendida,
para que as pessoas fiquem felizes,
'quando quero'...

Às vezes finjo estar no jogo,
quando as vezes nunca entrei nele, ou, finjo nunca ter entrado,
quando estou mais presente na partida que todos!

Às vezes eu finjo não ver o que vi
ou não pensar... Às vezes as pessoas gostam!
Finjo que não doeu ser subestimada,
outras vezes nem faz diferença...

Às vezes eu dou risada só pra ver alguém feliz, vale a pena...
E, às vezes eu não faço nada só para respeitar a mim mesma;

A distancia 'luz' das pessoas somos nós quem decidimos...
Quem escolhemos...
Isso define a forma como nos colocamos no mundo, de forma receptiva ou não;
Em igualdade ou 'anos luz' superior...

As coisas que eu escrevo nascem de mim, brotam e florescem...
Às vezes são cactos e outras raras orquídeas (amo orquídeas)!
Mas sou “eu” em essência!

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