Série Métrica



Olá amoras!

Eu recebi a indicação do livro “Métrica” de uma colega de paixão pela IAN. Ela me disse “Deia se você gosta de poesia, então leia Métrica!” Eu confesso que ele ficou mais de um ano na minha lista de livros, rsrs, até que nesses últimos meses onde eu tive que me afastar do trabalho para me tratar, eu acabei por ler e, a curiosidade me fez ler, o segundo livro “Pausa” e o terceiro “The Girl” (Essa menina). Nota 3,5 para toda a série. Porque? Eu conto na resenha!

O livro:
Layken, ou Lake, é a personagem principal e narradora dessa comovente história, até o livro 2. Mora no Texas com sua família perfeita: pais felizes e um irmãozinho de 09 anos (Kell). De repente, Lake vê seu mundo virar ao avesso com a morte repentina de seu pai, e a decisão de sua mãe (que depois descobriremos o motivo), seis meses depois, de deixar sua calorosa cidade para morar no gelado Michigan. É lá que Lake conhece seu novo vizinho, Will (ele é algo como de sonhos, não existem homens assim definitivamente), e, sem pestanejar, entrelaça sua vida a dele. Pergunta-se por que disse isso, porque fez aquilo. A naturalidade com que se envolvem a assusta, e o porquê da intensidade desse sentimento só é descoberta aos poucos. Logo começam a descobrir muitas pedras que precisam ser retiradas de seus caminhos.

A resenha:
Esse primeiro livro é curioso acima de tudo, é romantiquinho, mas, é mesmo intrigante e envolvente por natureza pela poesia, quando Will apresenta a Lake o Slamm, um clube que reúne pessoas para digamos “declamarem” seus poemas pagando $ 3 para se apresentarem. Mas, também é intrigante pelo rumo que a vida de Lake toma. Will por sua vez é um garoto com atitudes nobres, mas quando você lê, você logo pensa, é uma fábula!


Ok! Acabado o primeiro livro você quer saber como que a coisa toda vai se desenrolar, porque tem muita coisa sem resposta, a luta da mãe de Lake doente, Will e seu trabalho e os irmãozinhos fofos Kel e Caulder! Então pirei e comecei a ler o segundo livro, o que era uma leitura leve começa a ficar cansativo pelas infinitas rejeições de Will, não dá pra negar que ele tem motivos nobres, mas em certos momentos um homem tem que assumir uma postura no mundo, #soacho. E, também pela avalanche de problemas e dramas, muito comum aos adolescentes da idade deles. Parei e compreendi que talvez eu tenha lido tarde demais essa série. :(
Eu já comentei que não abandono livros¿ Pois é, continuei e achei que apesar dos pesares era uma boa história, do tipo que a Gisa gosta, final feliz!
Contudo havia um terceiro livro “The Girl”, ah vamos ver no que dá, porque não tinha mais para onde caminhar.... Gente, não estava enganada! Meu sentimento foi idêntico ao acabar de ler o terceiro da série “Crossfire” (Pra sempre sua), com a diferença que Gideon é um homem sensual e lindo, cheio de fetiches e outros atributos que nos prendem a ele.

Uma pausa por Gideon (Comparação):

Sylvia vem com ele narrando o quarto livro, e a contar dos trechos divulgados:
“Gideon me chama de anjo, mas ele é o milagre em minha vida. Meu lindo, guerreiro ferido, tão determinado a matar meus demônios enquanto se recusa a enfrentar os seus próprios.” (Breve venho falando só de Crossfire), parece que apesar da demora no lançamento ela dará a volta por cima.

De volta a Métrica

Colleen Hoover, foi bem menos inteligente que Sylvia Day.
Will (que não é nem em sonho algo perto de Cross), narra o terceiro livro, mostrando a história todinha pelos seus olhos e sentimentos. Can-sa-ti-vo! É repetição de toda a história, com trechos minúsculos da realidade...
Chato! Chato! Chato! Sinceramente ela deveria ter parado no segundo, o terceiro é “encheção de linguiça”! Sinceramente espero que ela não tenha a incrível ideia de fazer outros dessa série não cabe!
Pra mim uma historinha de amor dramática e fraca! Na minha humilde opinião a autora frustrou os leitores com o segundo e terceiro livro. Com detalhes completamente dispensáveis. Ou seja, é um livro para pessoas menos exigentes em vários níveis. Contudo ainda acredito que passei da idade para essas leituras mornas sem acrescentar conhecimento e emoção. Tanto que acabei ele e engatei a leitura de “The King” (O Rei, no Brasil), o 12 livro da Irmandade da Adaga Negra, na esperança que J. R. Ward, me desse algo em compensação por ser uma boa menina e não abandonar nem o entediante The Girl, e ainda bem que ela nunca decepciona!
Por outro lado, nunca tinha ouvido falar em slam poetry, ou seja, poesia+performance. Isso foi de fato legal, embora as poesias apresentadas não tivessem profundidade. Daí assisti muitos vídeos de slam, na intenção de trazer para vocês um bom vídeo, mas, não encontrei quase nada bom em português, o que chegou mais perto foi esse vídeo. É nossa versão tupiniquim de Slam.



Reavaliação

Eu lí algumas resenhas, e eu li muito isso:

“Não pensem que é apenas uma história triste. É triste, é demasiadamente triste, mas é bela. É forte. É avassaladora. É encantadora. É linda. Mas, devo repetir, é triste. Ela mexe com seus maiores medos, que, infelizmente, é a realidade de alguém. Ela mexe com todos os seus sentimentos. Ela mexe com seus pensamentos. Ela revira tudo. Esteja preparado.”
Daí pensei, ‘eu li outro livro?’ Então, dei uma revisada no contexto e cheguei a conclusão que não, não tem jeito é ruim mesmo! Essa é minha opinião definitiva, talvez se eu fosse adolescente eu gostasse, mas, acho que nem assim!
Desculpem fazer tanta comparação com as séries que eu adoro, mas, eu lia pensando o tempo todo em como eu era feliz lendo meus vampiros e outros livros bem escritos!
No entanto serviu de experiência, brochante experiência!


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